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| Entrevistas |
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Com o Deputado Federal Eduardo Barbosa O que significa este momento na história da Apae mineira? A mudança física da Federação de Minas para Belo Horizonte era um anseio antigo, desde que foi criada e ainda não tinha sido feita por questões econômicas. Quando de sua criação, precisou contar com a estrutura da Apae de Pará de Minas, que assumia todas as despesas da Federação, por esta ainda não ter nenhum recurso disponível. De lá para cá, a Federação mudou para lugares diferentes, cumprindo cada vez mais com sua missão, porém, sem ainda poder vislumbrar a vinda para a capital. Com a gestão de Sérgio Sampaio, esse desafio foi assumido e com coragem a mudança foi feita, inclusive contando com o apoio da Federação Nacional das Apaes; apoio, tanto financeiro, como com recursos humanos. Agora isso é realidade e vimos como a nova localização facilitou a comunicação com as nossas filiadas, que têm visitado nossa sede com muito mais frequência. No entanto, este não é fato o mais importante, pois neste momento estamos presenciando muitas mudanças externas com relação ao tema da pessoa com deficiência, o que exigirá de nós mudanças de atitudes e de organização, o que fará com que nossas Apaes possam continuar cumprindo sua missão. A clareza do nosso papel junto ao movimento pró inclusão, sem perder nossa identidade e defendendo o que acreditamos, exige muita maturidade, convicção e conhecimento que requererá muitos debates e reformulações. Na sua opinião, o que a Oficina de Alinhamento Estratégico significou? A oficina estratégica proposta pelo nosso presidente, permitiu que todos os conselheiros - os porta-vozes regionais do movimento – pudessem, em uma semana, fazer reflexões profundas sobre os temas mais importantes que nossas instituições estão vivendo. E assim, após amplo debate, puderam criar posições que devem ser defendidas por todos em todo o estado. Sentimos a grandeza do momento, onde a racionalidade e a emoção tomaram conta de todos que, além de não perceberem a semana passar, saíram muito mais comprometidos com os avanços que temos que realizar para o bem de todas as pessoas com deficiência. Compreendendo melhor o papel de uma organização não governamental e como se deve lidar com a comunidade, atuarão firmemente no propósito de defender, principalmente, os interesses das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Todos os conselheiros saíram do encontro com o domínio do plano de ação da Federação das Apaes do Estado de Minas Gerais, que considerou todas as diretrizes da Federação Nacional e os conselheiros, então, voltaram para suas regiões com o objetivo de construir o seu plano regional, respeitando as necessidades de cada região. O movimento sempre precisa de novos sopros, de novos desafios e de novos compromissos - acompanhando os tempos, as mudanças, e propondo com serenidade e segurança aquilo que tanto desejam as pessoas com deficiência. Elas confiam muito em nós e nunca poderemos desapontá-las, pois suas conquistas dependerão da qualidade dos serviços que organizamos para elas e com elas. |
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| Próxima entrevistra com Cleusa Borges, Conselheira da Regional Centro V >> | ||||||||||||||
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